dimanche 15 octobre 2017
Napoleão reconheceu como um grande erro a invasão de Portugal,
Pois não ganhou rigorosamente nada, apenas ganhou alguns milhares de mortos, incluindo muitos generais, fome, e não obteve riqueza para pagar a sua máquina de guerra, apesar disso ainda tentou varias vezes mas ambas sem sucesso.
Também não tomou atenção que os Romanos tiveram sempre muitas chatices neste rectângulo à beira do Atlântico.
Por isso foi escrito há uns milhares de anos que nos confins da Ibéria havia um povo que não era governável nem se deixava governar!
http://bndigital.bn.gov.br/francebr/napoleao.htm
A
invasão napoleônica
Em dezembro de 1807, a
bandeira francesa foi arvorada no Castelo de São Jorge, em Lisboa. Os
portugueses tomaram, então, o real conhecimento que a nação lusa caíra “em
poder das águias”. Alguns tumultos entre soldados franceses e o baixo povo
registraram-se. Os últimos gritavam: “Viva Portugal e morra a França!”
Começava, assim, o domínio francês em Portugal.
Foram três os momentos das
intervenções das tropas de Napoleão Bonaparte em Portugal: em novembro de 1807,
em março de 1809 e em agosto de 1810. Desde os primeiros conflitos entre a
França e a Inglaterra, Portugal manteve uma política de neutralidade, passando
a diplomacia portuguesa a oscilar entre a manutenção da tradicional aliança
inglesa e a anuência às exigências da França e da Espanha. Com o decreto do
Bloqueio Continental e os novos êxitos de Bonaparte contra a Prússia e Rússia
(1807), alterou-se radicalmente o quadro do equilíbrio político na Europa, com
o predomínio francês no continente. Criou-se a situação limite, em que as
forças napoleônicas, vitoriosas a leste, podiam agora voltar suas atenções para
a Península Ibérica. A questão primordial francesa era, além do fechamento dos
portos portugueses à navegação britânica, a exigência de prisão dos súditos
britânicos residentes em Portugal e o confisco de seus bens. Nesta difícil
situação, Portugal acabou por aceitar as condições inglesas, com o projeto de
transferência da Corte para o Rio de Janeiro, apoiado por estadistas lusos,
como Rodrigo de Souza Coutinho.
Enquanto a família real
preparava sua partida para o Brasil, na noite de 24 de novembro, as tropas
aliadas franco-espanholas invadiam o território português. De início, os
invasores foram recebidos pelo governo da Regência como protetores,
seguindo-se, portanto, as "Instruções" dadas por D. João. Mantinha-se
assim um sistema de colaboração.
Tal atitude, porém, foi se
modificando, com a publicação do decreto (1º de fevereiro de 1808) que
extinguia o Conselho da Regência e destituía a dinastia de Bragança. Novos
impostos foram determinados, como a contribuição de guerra extraordinária, no
valor de 100 milhões de francos. Foram ainda sequestrados os bens pertencentes
à família real portuguesa, bem como os de todos os fidalgos que acompanharam D.
João.
Em meados de junho, chegou
a Lisboa a notícia do Manifesto ou exposição justificativa do procedimento da
Corte de Portugal a respeito da França, escrito no Rio de Janeiro em 1º de
maio, que proclamava fidelidade à aliança inglesa e que autorizava os súditos
portugueses “a fazer a guerra por terra e mar aos vassalos do Imperador dos
Franceses”. Era o início, ainda que simbólico, da ofensiva contra o invasor. Em
agosto de 1808, a Restauração portuguesa começava, por meio de uma operação,
decidida pelo próprio governo inglês, sem o acordo prévio de qualquer
autoridade portuguesa. Dois fatores foram decisivos para a derrota das tropas
francesas: a impossibilidade de apoio da Espanha, também convulsionada, e a
fidelidade da massa popular a seu rei, colocando-se contra o invasor infiel. Em
fins de setembro de 1808, Lisboa proclamava a Restauração completa do reino, em
meio a festas e celebrações.
O ano de 1809 foi marcado
pelo temor constante de novas invasões. Na visão dos próprios governadores do
reino, “o insaciável Napoleão” não deixaria de empenhar todas as suas forças
para vingar seus exércitos humilhados. A segunda invasão foi iniciada, em março
de 1809. O terreno acidentado e o erro estratégico de subestimar a capacidade
de mobilização da população da região, porém, garantiram o êxito da atuação do
exército luso-britânico, forçando a expulsão dos franceses.
Em agosto de 1810, o
exército francês entraria em Portugal novamente. Os franceses apoderaram-se de
Coimbra, mas foram obrigados a recuar. Travou-se então prolongada guerra de
usura, recorrendo os dois lados à tática de terra arrasada, o que provocou fome
e devastação entre os portugueses, mas que também desgastou as tropas
napoleônicas. Nessa situação, as tropas francesas começaram sua retirada, em
março de 1811, embora só em outubro tenham atravessado a fronteira espanhola.
No Rio de Janeiro, D. João recompusera o Conselho
da Regência em Portugal. Este prosseguiu na política de manter aceso o
patriotismo dos habitantes e, se, em suas proclamações, louvavam o auxílio
britânico, ressaltavam, contudo, que o grande mérito da vitória pertencia ao
povo português, cuja lealdade e constância estiveram sempre presentes, apesar
de tantos sofrimentos
12 beneficios do sorriso
12 benefícios de um sorriso
Você já sabe que sorrir é bom, mas sabia que o ditado
“sorrir é o melhor remédio” não é apenas força de expressão.
Confira
abaixo 12 benefícios que um bom sorriso pode proporcionar:
1. Forçar-se
a sorrir aumenta o seu humor: psicólogos descobriram que mesmo se você estiver de
mal humor, você pode se livrar dele instantaneamente através de um sorriso
forçado. Faça o teste.
2. Melhora
suas defesas imunológicas: Sorrir pode realmente melhorar sua saúde física. Seu corpo se relaxa
quando você sorri, o que contribui para a saúde e um sistema imunológico mais
eficiente.
3.Sorrisos são contagiosos: Não é modo de dizer, sorrir
é realmente contagioso. Um estudo conduzido na Suécia provou que pessoas tem
dificuldade de franzir o rosto quando olham para outras pessoas sorrindo. Seus
músculos fabricavam sorrisos sozinhos.
4.Sorrir alivia o stress: Seu corpo imediatamente
libera endorfinas quando você sorri, mesmo que seja forçado. Essa mudança
brusca no humor vai fazer você sentir os níveis de stress caindo.
5.É mais fácil sorrir do que emburrar: Cientistas já comprovaram
que seu corpo precisa trabalhar mais e usar mais músculos para franzir a testa
do que para sorrir.
6.Sorrir é um sinal universal de felicidade: Enquanto
apertos de mão, abraços e cumprimentos tem significados variados nas culturas
do mundo, sorrir é um sinal unânime de felicidade e aceitação.
7.Sorrisos usam de 5 a 53 músculos faciais: pode ser
considerado um exercício físico!
8.Bebê nascem com habilidade de sorrir: Bebês aprendem uma porção
de comportamentos e sons observando as pessoas ao seu redor. Mas os cientistas já
provam que eles nascem com habilidade de sorrir, sem observação, pois até os
bebês cegos sorriem.
9.Sorrir ajuda você a ganhar uma promoção: sorrisos
ajudam as pessoas a parecer mais atraentes, masi confiáveis e mais sociáveis.
Pessoas que sorriem tem mais chances de serem promovidos.
10.Sorrisos são as expressões faciais mais facilmente reconhecíveis: Pessoas
reconhecem sorrisos até a 100m de distância.
11.Sorrisos são mais atraentes que maquiagem: uma
pesquisa conduzida por Orbit Complete descobriu que 69% das pessoas acham
pessoas mais atraentes sorrindo do que maquiadas.
12.Existem 19 tipos diferentes de sorrisos: Pesquisadores
da Universidade de São Francisco identificaram 19 tipos de sorrisos e separaram
em duas categorias: sorrisos sociais – que engajam menos músculos – e sorrisos
sinceros, que usam mais músculos e ambos os lados do rosto.
jeudi 12 octobre 2017
mercredi 11 octobre 2017
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