“A vida é para quem topa qualquer parada, e não para quem pára em qualquer topada.”
_Errar é humano. Colocar a culpa em alguém é estratégico.”
Ladrão de tostão, ladrão de milhão.
Leite de vaca não mata bezerro.
Madruga e verás, trabalha e terás
Mais depressa se apanha um mentiroso do que um coxo.
Mais vale burro vivo do que sábio morto.
Mais vale um pé do que duas muletas.
Mal virá que bem se fará.
Manda e faz servido serás
Muito riso, pouco siso
Mãos frias coração quente/amor ardente/paixão para sempre.
Mãos que não dais, por que esperais?
Ninguém se levanta sem primeiro cair
Não adianta gritar por São Bento, depois que a cobra mordeu.
Não dá quem tem, dá quem quer bem
Não faças aos outros aquilo que não queres que te façam.
Não há domingo sem missa, nem segunda sem preguiça.
Não se amarra cachorro com lingüiça.
Não é com palha que se apaga o fogo.
Não é o sol que faz a sombra.
O boi é que sobe, o carro é que geme.
O carro não anda adiante dos bois.
O que arde cura, o que aperta segura.
O seguro morreu de velho e a prudência fui ao enterro
Obra apressada, obra estragada.
Palavras não enchem barriga.
Para quem está perdido, qualquer mato é caminho.
Passinho a passinho se faz muito caminho.
Pelo andar dos bois se conhece o peso da carroça.
Pelo canto se conhece a ave.
Perdendo tempo não se ganha dinheiro
Pior cego é o que não quer ver.
Quando a esmola é demais, o santo desconfia.
Quem ao moinho vai, enfarinhado sai.
Quem bem ouve, bem responde.
Quem casa não pensa, quem pensa não casa.
Quem casa quer casa.
Quem não pode morder não mostre os dentes.
Quem ovelhas cria, tolo é se não as tosquia.
Quem parte e reparte e não fica com a melhor parte, ou é burro o não tem arte.
Quem quer a rosa, agüente o espinho.
Quem tem boca não manda soprar.
Quem é bom já nasce feito.
Ri-se o roto do esfarrapado e o sujo do mal lavado.
Saco vazio não fica
Se
Se queres ser bom juiz, ouve o que cada um diz.
Uma andorinha não faz a primavera
Vale mais pão duro que figo maduro
Vem a ventura a quem procura.
Vintém poupado, vintém ganho.
Viúva rica com um olho chora, com o outro repenica.
Vão-se os anéis, fiquem os dedos.
Vão-se os gatos, folgam os ratos.
Vê quem pisas na subida, porque irás encontrá-los na descida.
Vê-se pela aragem quem vai na carruagem
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